sexta-feira, 8 de abril de 2011

Anúncio: “Macho Man” estreia hoje na Globo

Anúncio publicitário publicado nos jornais O Globo, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo informa o telespectador sobre a estreia da nova série da Globo, “Macho Man”, protagonizada por Jorge Fernando.

Agência: CGCOM – Central Globo de Comunicação

Produto: “Macho Man”, escrita por Alexandre Machado e Fernanda Young

Veículo: TV Globo

Ano: 2011

Posted in ,  on abril 08, 2011 by Thiago Cipriano |  

Anúncio: MTV apresenta sua nova programação

Anúncio publicado no jornal Folha de São Paulo informa o telespectador sobre a nova grade de programação da MTV, com novos programas e novos contratados.

Agência:  Loducca

Produto: Nova grade de programação 2011

Veículo: MTV Brasil

Ano: 2011

Posted in ,  on abril 08, 2011 by Thiago Cipriano |  

Massacre em Realengo: Imagens revelam o terror dentro da escola

Parecia um dia normal de aula na escola municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio. Os alunos se preparam para entrar em sala de aula.

Pouco antes de começar as aulas, um homem chama a atenção de alunos ainda no corredor. É Wellington Menezes de Oliveira.

Em seguida, começam os disparos. Estudantes saem da sala de aula correndo.

Alguns, desesperados, caem pelo corredor.

Um aluno ferido, coloca a mão no ombro e caminha com dificuldades até a saída da escola.

Ainda há alunos dentro da sala de aula onde Wellington, o atirador, efetua disparos.

Quando boa parte dos alunos da sala de aula fogem, o atirador sai em busca de novas vítimas.

Wellington carrega as armas, agora ele está pronto pra atirar novamente.

Ele vai até uma das escadas, e volta.

É nessa hora que encontra o sargento da Polícia Militar, Alexandre Alves, que foi avisado por alunos do lado de fora da escola. O sargento então atira duas vezes em Wellington, que é atingido e cai na escada.

O sargento, com receio de haver comparsas, entra em uma das salas de aula. Lá, há corpos de crianças atingidas pelo atirador. Wellington então atira em sua própria cabeça.

Com reforços, a polícia consegue retirar outros alunos que ficaram presos na sala de aula.

Wellington, morto na escadaria, já havia feito 12 vítimas fatais e ferido várias.

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Veja mais em Massacre em Realengo: Homem invade escola e mata alunos no RJ

Imagens: Circuito interno de TV/Rede Globo

on abril 08, 2011 by Thiago Cipriano |  

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Realengo: Apresentadoras no local da tragédia

A tragédia em Realengo fez com que as principais apresentadoras dos telejornais noturnos deixassem suas bancadas para dar as últimas informações direto do local do acontecimento.

Como já havia acontecido na cobertura dos deslizamentos do Morro do Bumba em 2010, Ana Paula Padrão do “Jornal da Record”, e Fátima Bernardes do “Jornal Nacional”, apresentaram hoje o notíciário da porta da Escola Municipal Tasso da Silveira, onde um atirador fez 12 mortos na manhã desta quinta no Rio.

Fátima Bernardes do "Jornal Nacional" - Foto: Reprodução/TV GloboAna Paula Padrão do "Jornal da Record" - Foto: Reprodução/TV Record

Mais tarde, no “Jornal da Globo”, Christiane Pelajo também apresentou o telejornal no mesmo local.

Christiane Pelajo do "Jornal da Globo" - Foto: Reprodução/TV Globo

Posted in ,  on abril 07, 2011 by Thiago Cipriano |  

Massacre em Realengo: Homem invade escola e mata alunos no RJ

Quinta-feira, 7 de abril de 2011. Um atirador entra em uma escola de Realengo, zona Oeste do Rio de Janeiro e faz 12 mortos e vários feridos.

Wellington Menezes de Oliveira, 23, ex-aluno da Escola municipal Tasso da Silveira, deixou uma carta com "aspectos religiosos" e depois se matou. A tragédia em Realengo lembra outras acontecidas em várias escolas pelo mundo. O blog já fez uma lista em 2009 com os casos que chocaram a opinião pública. Leia aqui.

 

 

ATIRADOR DEIXA CARTA PEDINDO “PERDÃO”

Leia na íntegra:

on abril 07, 2011 by Thiago Cipriano |  

Anúncio: “Lara com Z” estreia hoje na Globo

Anúncio publicitário publicado nos jornais O Globo, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo informa o telespectador sobre a estreia da nova série da Globo, “Lara com Z”, protagonizada por Suzana Vieira.

CGCOM: Lara com Z

Agência: CGCOM – Central Globo de Comunicação

Produto: “Lara com Z”, escrita por Aguinaldo Silva e Maria Elisa Barreto

Veículo: TV Globo

Ano: 2011

Posted in ,  on abril 07, 2011 by Thiago Cipriano |  

terça-feira, 5 de abril de 2011

“Amor e Revolução” estreia hoje no SBT

Como você já deve ter lido em “Novela: SBT aposta na superprodução Amor e Revolução”, a primeira telenovela que retrata o período da ditadura militar no Brasil estreia hoje no SBT.

Com investimentos de produção em mais de 2 milhões de reais, “Amor e Revolução” conta a grande história de amor vivida pelo militar José Guerra (Claudio Lins) e pela guerrilheira Maria Paixão (Graziela Schmitt), casal protagonista do folhetim. À primeira vista, o amor entre os dois é impossível, pois Maria (Graziela Schmitt) é líder do movimento estudantil e vai para a luta armada, e José Guerra (Claudio Lins) é um militar da Inteligência, contra a ditadura, democrata, porém filho de um general da linha-dura. Os dois têm rivais: o jovem dramaturgo de esquerda Mario Vieira (Gustavo Haddad) e a bela e glamurosa atriz Miriam (Thais Pacholek), e surpresas podem acontecer.

 

   CHAMADA DE ELENCO

on abril 05, 2011 by Thiago Cipriano |  

“Ídolos” estreia hoje na Record

A partir de hoje, o programa Ídolos volta à grade de programação da Record em sua quarta temporada. A novidade deste ano é que a faixa de idade para participar do programa passa a ser entre 15 a 30 anos. Na edição anterior, era de 16 a 28 anos. O objetivo é contemplar ainda mais o público que gosta e quer participar do reality e, ao mesmo tempo, apostar nos jovens talentos do cenário musical brasileiro. "Tivemos uma grata surpresa com os adolescentes de 15 anos, eles são muito talentosos e enriquecem muito o programa", afirmou o diretor geral do programa Wanderley Villa Nova.

Uma das grandes surpresas são os jurados estreantes Rick Bonadio e Luiza Possi. Ao lado do já consagrado Marco Camargo, este trio será implacável na hora de escolher os mais talentosos, dar conselhos e, claro, rir daqueles participantes divertidos, que só estão a fim de alguns minutos de fama. 
A fase de audições da nova temporada, já gravada, teve recorde de inscritos: 49 mil candidatos. No ano passado, foram cerca de 43 mil participantes. A caravana do reality show passou pelo Rio de Janeiro, onde teve 15 mil inscritos; Uberlândia (MG), com 7 mil candidatos, e Florianópolis (SC), com cerca de 5 mil. A maior audição aconteceu em São Paulo e reuniu 22 mil talentos, um recorde em relação à edição passada, que teve 20 mil. Os jurados Marco Camargo, Luiza Possi e Rick Bonadio viajaram com toda a equipe, avaliando os candidatos de cada região. 
Pela primeira vez, além das audições oficiais, a produção do programa viajou para outras quatro capitais do Norte e Nordeste em busca de talentos: Belém (PA), Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Recife (PE). Os candidatos selecionados tiveram ainda a oportunidade de serem ouvidos pelos jurados em São Paulo. 
Essa etapa do reality show funciona como uma grande peneira para selecionar um novo ídolo da música. Depois, os selecionados encaram outras fases do programa, consideradas mais rigorosas, como o Teatro e os Concertos, momento em que o público começa a votar para manter seu candidato preferido na atração.


ÍDOLOS NA WEB

Além do programa na Record, o telespectador poderá acompanhar 24h por dia, através do site do Ídolos no Portal R7, o que acontece nos bastidores do reality show, as curiosidades das gravações, vídeos exclusivos, relacionamento com mídias sociais e comunidades de fãs, além de atrações produzidas especialmente para o internauta que acompanha o programa pela web.

O programa Ídolos na Web será apresentado por Maria Alice e Felipe Vita.

 

Maria Alice
Maria Alice da Silva, 24 anos, nasceu em Bauru, São Paulo. Hoje, mora na cidade de Ibiporã, Paraná. Sua carreira à frente das câmeras começou cedo. Aos 15 anos, apresentou-se  no Programa Raul Gil, na TV Record. Maria Alice é graduada em design industrial além de técnica em estilismo e moda. Em 2010, tornou-se conhecida no Brasil inteiro após ficar entre os "top 10" do programa Ídolos 2010, exibido pela TV Record. Depois de disputar com 63 candidatos, Maria Alice foi escolhida a apresentadora do Programa Ídolos na Web.

 

Felipe Milani Vita

Felipe Vita, 23 anos, nasceu em São Paulo e se formou em Rádio e TV pela Universidade Metodista de São Bernardo do Campo. Praticamente um nativo de internet, iniciou a carreira profissional trabalhando em portal de conteúdo online. Em 2009, foi para a TV Record como estagiário do programa "Aprendiz Universitário 6", onde também participou da produção do Ídolos 2009 e conheceu toda a estrutura por trás das câmeras. Em 2010, após nova passagem pelo mercado de internet, voltou à TV Record, agora como produtor do Portal R7, na editoria de Vídeos. Depois de passar por uma seleção e disputar com 63 candidatos, Felipe foi escolhido o apresentador do Programa Ídolos na Web.

 

Ídolos é apresentado por Rodrigo Faro, sob direção geral de Wanderley Villa Nova e direção artística de Fernanda Telles.

Posted in ,  on abril 05, 2011 by Thiago Cipriano |  

Anúncio: “Divã” estreia hoje na Globo

Anúncio publicitário publicado no jornal Folha de São Paulo informa o telespectador sobre a estreia da nova série da Globo, “Divã”, protagonizada por Lilia Cabral.

Agência: CGCOM – Central Globo de Comunicação

Produto: “Divã”, escrita por Marcelo Saback

Veículo: TV Globo

Ano: 2011

Posted in ,  on abril 05, 2011 by Thiago Cipriano |  

Anúncio: “Tapas & Beijos” estreia hoje na Globo

Anúncio publicitário publicado no jornal Folha de São Paulo informa o telespectador sobre a estreia da nova série da Globo, “Tapas & Beijos”, protagonizada por Fernanda Torres e Andrea Beltrão.

Agência: CGCOM – Central Globo de Comunicação

Produto: “Tapas & Beijos”, escrita por Cláudio Paiva

Veículo: TV Globo

Ano: 2011

Posted in ,  on abril 05, 2011 by Thiago Cipriano |  

sábado, 2 de abril de 2011

Globo Rio estreia estúdio panorâmico

A partir do dia 04 de abril, os telejornais locais da Globo no Rio de Janeiro ganham um novo cenário.

O ‘Bom Dia Rio’ e o ‘RJTV’ 1ª e 2ª edições serão ancorados de um estúdio panorâmico de vidro localizado na cobertura da sede da Rede Globo, no bairro do Jardim Botânico. Com mais de 180 graus de visibilidade, do estúdio é possível ver alguns dos principais pontos turísticos do Rio, como a Lagoa Rodrigo de Freitas, as ilhas Cagarras, o Pão de Açúcar, o Cristo Redentor, o parque Jardim Botânico, o Jóquei Clube, o morro Dois Irmãos e as praias de Ipanema e Leblon.

Além da bancada, compõem o cenário ainda um set de entrevistas para receber convidados e monitores que trarão links, interatividade e gráficos. Para não atrapalhar a vista panorâmica, os monitores têm um sistema de retração por controle remoto. O novo estúdio conta com iluminação em LED e vidros especiais importados para equilibrar a iluminação interna com a luz natural. Dois filtros também ajudam nesse equilíbrio e são acionados automaticamente de acordo com as necessidades de cada dia e horário. Com quatro câmeras HD, o estúdio já está preparado para a migração do jornalismo da Rede Globo para as transmissões em alta definição. A comunicação com a sala de controle de produção é feita por meio de fibra ótica, com 250 metros de distância entre um ponto e outro.

 

    PROJETO JÁ EXISTE EM SP

Em 12 de maio de 2008, a Globo São Paulo estreou seu estúdio panorâmico no alto do recém inaugurado edifício da emissora no bairro do Brooklin. Do estúdio é possível ver as pistas da Marginal Pinheiros nos dois sentidos (sentido centro/sentido bairro), a ponte Octávio Frias de Oliveira (Ponte Estaiada), edifícios como o hotéis Hilton e Sheraton, o complexo empresarial WTC, além do início da Av. Engenheiro Luís Carlos Berrini, importante via que concentra um dos maiores polos comercias da cidade.

Funcionando como cenário na apresentação dos telejornais locais Bom Dia São Paulo, SPTV 1ª e 2ª Edição, o estúdio de vidro reúne mini gruas e câmeras HD (alta definição), apesar dos telejornais ainda serem transmitidos no formato SD (definição padrão). Para controlar a luz, o espaço conta com um sistema automatizado de iluminação. Com este recurso é possível dosar a intensidade de calor do ambiente. A comunicação entre o estúdio e a sala de controle de produção é feita por meio de fibra ótica com 800 metros de distância entre os dois pontos.

 

Com informações da Central Globo de Comunicação

Posted in ,  on abril 02, 2011 by Thiago Cipriano |  

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Novela: SBT aposta na superprodução “Amor e Revolução”, que estreia nesta terça

Primeira telenovela brasileira a abordar o período da ditadura militar no Brasil em sua trama central, Amor e Revolução, de Tiago Santiago, com direção de Reynaldo Boury, estreia na terça-feira, 5 de abril às 22h15, no SBT.

Ambientada no Rio de Janeiro e em São Paulo, a trama tem início com a Revolução de 1964 e perpassa pelo período mais obscuro da ditadura militar, os chamados anos de chumbo. “A intenção é narrar a história de personagens diretamente ligados ao tema da ditadura, seja a favor ou contra, como militares, guerrilheiros, torturadores, artistas, jornalistas, advogados e estudantes nos anos brutais da repressão. É possível que avancemos até a guerrilha do Araguaia, no começo da década de 70”, observa Tiago Santiago.

Amor e Revolução conta a grande história de amor vivida pelo militar José Guerra (Claudio Lins) e pela guerrilheira Maria Paixão (Graziela Schmitt), casal protagonista do folhetim. À primeira vista, o amor entre os dois é impossível, pois Maria (Graziela Schmitt) é líder do movimento estudantil e vai para a luta armada, e José Guerra (Claudio Lins) é um militar da Inteligência, contra a ditadura, democrata, porém filho de um general da linha-dura. Os dois têm rivais: o jovem dramaturgo de esquerda Mario Vieira (Gustavo Haddad) e a bela e glamurosa atriz Miriam (Thais Pacholek), e surpresas podem acontecer.

Foto: Lourival Ribeiro/SBTFoto: Lourival Ribeiro/SBT

A história da luta armada pelos ideais da democracia e liberdade no Brasil tão vivida por Batistelli (Licurgo Spínola) e Jandira (Lúcia Veríssimo), casal coprotagonista de subversivos perseguidos pela repressão, desde o primeiro momento do golpe; a violência aos direitos humanos e abuso de poder por parte do delegado Aranha (Jayme Periard), do inspetor Fritz (Ernando Tiago), e dos militares Major Filinto (Nico Puig) e General Lobo Guerra (Reinaldo Gonzaga); a luta pela liberdade de expressão por meio da arte e da imprensa; a desagregação de famílias; a força de estudantes engajados que defendem a igualdade social no país; e as atrocidades cometidas contra os presos políticos são alguns dos temas abordados por Tiago Santiago em torno da trama central.

Amor e Revolução é uma novela dinâmica, com muita ação, fortes emoções, cenas de suspense, perseguições, tiroteios, torturas, ao lado de cenas românticas, heróicas e ternas, com toques de leveza e graça. A novela levanta discussões sobre as mudanças comportamentais na década de 60, como a liberação da mulher após a pílula, o feminismo, o movimento hippie, a cena teatral e musical, as transformações provocadas pela moda, entre outras revoluções culturais dos anos 60.

“Vamos contar a história do Brasil em uma época de muita turbulência, mas que está praticamente esquecida ou é desconhecida pelas novas gerações. É uma novela intrigante, que vai despertar no telespectador a vontade de acompanhar um tema nunca debatido e exibido nas telenovelas”, enfatiza Reynaldo Boury.

Foto: Lourival Ribeiro/SBT

Com elenco enxuto, o folhetim conta com 35 atores fixos, mas com várias participações episódicas, de um ou poucos capítulos. Os personagens de Amor e Revolução são puramente ficcionais, protagonistas de sua própria história; qualquer semelhança com pessoas da vida real é mera coincidência.

“Houve muitos estudantes que foram para a luta armada, muitos militares que ficaram contra o golpe, muita gente na linha-dura e muitos torturadores. Não posso dizer que os personagens são inspirados em uma ou outra pessoa em particular. Ainda que haja coincidências, os personagens são ficcionais, simbólicos e têm vida própria”, explica Tiago Santiago.

Ao longo da novela os principais fatos históricos e imagens que marcaram o período repressor da ditadura são mencionados como pano de fundo da trama. Depoimentos de personagens reais que sofreram perseguições e torturas durante o regime ditatorial são exibidos ao final de cada capítulo de Amor e Revolução.

José Dirceu, Waldir Pires, Rose Nogueira, Denise Santana Fon, Antonio Carlos Fon, Maria Amélia Almeida Teles, Carlos Eugênio Paz, Luiz Carlos Prestes Filho, Ana Bursztyn, entre outros, gravaram relatos emocionantes e dramáticos, nos quais falam abertamente sobre esta obscura época da história do Brasil.

Além das gravações em estúdios e na cidade cenográfica do CDT Anhanguera, Amor e Revolução tem locações externas, com paisagens bucólicas e espaços históricos da cidade de São Paulo. Um sítio localizado em Santana do Parnaíba, na região metropolitana da capital paulista; uma fazenda de café, em Itu, interior de São Paulo; o Educandário Dom Duarte, na zona oeste da cidade; o Palácio dos Cedros no bairro do Ipiranga; e as Ruas do Comércio e XV de Novembro e o Largo São Franscisco, no centro da capital paulista, foram os espaços escolhidos para compor a narrativa de época de Amor e Revolução.

Imbuída de uma mensagem clara a favor da justiça, da democracia e da paz, a trama de Tiago Santiago faz uma releitura sobre um triste período da história do Brasil. A luta pelos ideais, o amor e a arte são os principais temas da novela.

 

A HISTÓRIA NA DITADURA

A trama tem início em 1964, com intenção de narrar a história de personagens a favor ou contra a ditadura. O propósito do autor é fazer uma leitura entre os anos de 1964 a 1971, período mais brutal da repressão. Mas segundo Tiago Santiago existe a possibilidade de Amor e Revolução avançar até a guerrilha no Araguaia, no começo da década de 1970.

A cada capítulo de Amor e Revolução são narradas tramas imbricadas de verdadeiras batalhas pela democracia que entrelaçam a vida de personagens apaixonados em defesa da liberdade e igualdade.

 

TRILHA SONORA

Durante o período da ditadura militar, os grandes compositores e músicos burlavam os censores com letras repletas de trocadilhos e metáforas para as canções não serem vetadas. A música, como outras formas de expressão, era uma enorme ferramenta de protesto contra a repressão.

Com direção de Laércio Ferreira, em concordância com Tiago Santiago e Reynaldo Boury, a trilha sonora de Amor e Revolução é composta por grandes sucessos da MPB que marcaram a época do regime ditatorial.

A canção de abertura da novela é “Roda Viva”, composição de Chico Buarque, pelo grupo MPB4. Alguns sucessos da época ganharam releituras com novos intérpretes, como “Cálice”, cantada por Pitty; “Menino Bonito”, por Fernanda Takai; “Só Vou Gostar de Quem Gosta de Mim”, na voz de Dani Carlos; “Nossa Canção”, pela banda Vega; “José”, interpretada por Roberta Campos; “Carcará” na voz de Fafá de Belém, entre outros.

 

A Noite de Meu Bem – Dolores Duran

Alegria, Alegria – Caetano Veloso

Apesar de Você – Chico Buarque

Baby – Os Mutantes

Cálice – Chico Buarque part. Milton Nascimento

Cálice – Pitty

Carcará - Fafá de Belem

Coração de Papel – Ângela Márcia part. Sérgio Reis

Domingo no Parque – Gilberto Gil

En Silencio - Tiro Irakitan

Gita – Raul Seixas

London, London – Caetano Veloso

José – Rita Lee

José - Roberta Campos

Menino Bonito – Fernanda Takai

Ninguém Vive Sem Amor – The Fevers

Nossa Canção – Vega

O que Será (À Flor da Terra) - Chico Buarque part. Milton Nascimento

Opinião – Nara Leão

Preciso Aprender a Ser Só – Elis Regina

Roda Viva – MPB4

Só Vou Gostar de Quem Gosta de Mim - Dani Carlos

Universo no Teu Corpo – Taiguara

Viola Enluarada – Marcos Valle

 

PERSONAGENS

Núcleo da Família Paixão

Maria Paixão (Graziela Schmitt) - Belíssima mulher. É uma das líderes do Movimento Estudantil em 1968. Estudante de Ciências Sociais, engajada na luta pela democracia. Ingressa no Movimento Guerrilheiro, disposta a dar a vida pelo ideal de liberdade no Brasil. Sua opção pela luta a leva a ter problemas em casa com a família. Maria começa questionar o Movimento Guerrilheiro, mas seu comprometimento é grande demais para que ela possa retomar a vida normal. Seu amor é disputado por dois homens: José (Claudio Lins) e Mário (Gustavo Haddad). A paixão que brota por José (Claudio Lins) é aparentemente impossível, pois estão em lados opostos. Mário (Gustavo Haddad) parece ser o homem certo, apaixonado por ela desde os tempos da adolescência. Um amor impossível explode com força quando José (Claudio Lins) deserta do Exército para se unir a ela na guerrilha. Os dois se tornam fugitivos da grande força militar. Maria sofre para proteger José (Claudio Lins). O amor dos dois supera grandes obstáculos.

Thiago Paixão (Mario Cardoso) - Pai de Maria (Graziela Schmitt). Jornalista, comunista, membro do Partidão há muitos anos. Foi preso e torturado em 1937, quando ainda era muito jovem. Thiago prioriza a organização das massas contra a ditadura. Tem divergências com sua filha Maria (Graziela Schmitt). Ama a mulher, Lúcia (Fátima Freire), mas seu casamento entra em crise. Thiago (Mario Cardoso) é cassado e vê a estrutura familiar desmoronar. Sua casa se torna praticamente um “aparelho”, esconderijo de guerrilheiros. O apoio aos querrilheiros foragidos é descoberto, e ele é levado ao DOPS. Lúcia (Fátima Freire) também é levada ao DOPS. Ele tem também sérios conflitos com o filho João (Paulo Leal). Thiago (Mario Cardoso) sente grande atração por Jandira (Lúcia Veríssimo), colega da redação. Perigoso para o seu casamento é a relação com a dona do Jornal, Marina (Giselle Tigre).

Lúcia Paixão (Fátima Freire) - Mãe de Maria (Graziela Schmitt) e João (Paulo Leal), esposa de Thiago (Mario Cardoso), Lúcia é professora universitária. Não adere à luta armada, mas é simpatizante. Provoca em seus alunos um pensamento independente, contestador. Acredita nos valores da democracia e nos direitos humanos. Dá força aos estudantes, amigos de Maria (Graziela Schmitt). Lúcia (Fátima Freire) sofre com a separação da família. Ela luta para reencontrar os filhos e o marido. Sofre com as suspeitas de que seu marido é infiel. Fica ressentida por seu casamento ter esfriado nos últimos anos. Carente, ela começa a se envolver com Batistelli (Licurgo Spínola), mas não tem coragem de ser infiel a Thiago (Mario Cardoso).

João Paixão (Paulo Leal) - Filho de Thiago (Mario Cardoso) e Lúcia (Fátima Freire), irmão de Maria (Grazeila Schmitt). Pertence ao grupo de Teatro Vanguarda. Essencialmente contestador, o grupo é alvo de ataques do CCC (Comando de Caça aos Comunistas). João (Paulo Leal) não acredita que os militares possam ser vencidos por meio da luta armada e faz da arte sua forma de contestação. Decepciona-se com a política e começa a sonhar com um mundo novo, de paz e amor. Ele se torna praticamente um hippie, pacifista, adepto ao amor livre. Ele tem grandes problemas com sua parceira e namorada Stela (Joana Lima Verde), muito mais politizada que ele. João (Paulo Leal) vai morar em uma comunidade hippie com Stela (Joana Limaverde).

 

Núcleo da Família Guerra

José Guerra (Claudio Lins) - Capitão do Exército, de família de militares, José (Claudio Lins) é essencialmente um democrata e discorda dos rumos que o governo militar toma no Brasil. Em 1964, contra a tomada do poder pelos militares, rende a ele grandes confrontos com seu pai, o General Lobo Guerra (Reinaldo Gonzaga). José (Claudio Lins) vai trabalhar no Setor de Inteligência do Exército e passa a acompanhar o movimento estudantil. Ele conhece Maria (Graziela Schmitt) e se apaixona. Ela desconhece sua verdadeira identidade. Ele a protege em mais de um confronto. José (Claudio Lins) se encanta com Maria (Graziela Schmitt). Por amor, ele abdica do conforto de sua posição. José Guerra (Claudio Lins) e Maria Paixão (Graziela Schmitt) travam uma luta desigual contra policiais do DOPS e militares. Os dois caem na clandestinidade, são perseguidos, mas lutam pelos seus ideais. O amor de José (Claudio Lins) por Maria (Graziela Schmitt) é seu guia durante toda a história. José (Claudio Lins) tem péssimo relacionamento com o pai, mas herdou o bom caráter da mãe, Ana (Glauce Graieb). José (Claudio Lins) também tem grandes problemas com o irmão Filinto (Nico Puig), também militar como ele.

General Lobo Guerra (Reinaldo Gonzaga) - É um dos grandes vilões da história. Conspira todo o tempo a favor do endurecimento do regime, da radicalização da ditadura. Sua grande justificativa é que o Brasil não pode cair nas mãos dos comunistas. É a favor da tortura como método interrogatório. Incentiva e ajuda a patrocinar o CCC (Comando de Caça aos Comunistas). Péssimo marido, trata mal a mulher, Ana (Glauce Graieb). Frequenta a casa de uma prostituta. Seu melhor amigo e confidente é seu filho mais novo, Filinto (Nico Puig), torturador como ele. Lobo Guerra (Reinaldo Gonzaga) tem grandes problemas e divergências com o filho José (Claudio Lins), que luta pela democracia no Brasil e acaba por desertar do Exército para se juntar ao Movimento Guerrilheiro.

Ana Guerra (Glauce Graieb) - Esposa de Lobo Guerra (Reinaldo Gonzaga), mãe de José (Claudio Lins) e Filinto (Nico Puig). Ela sofre abusos verbais do marido, mas encontra consolo e compreensão apenas no filho mais velho, José (Claudio Lins). Depois da deserção de José (Claudio Lins), as coisas pioram muito em sua casa, e Ana (Glauce Graieb) passa a viver praticamente como uma prisioneira em seu próprio lar. Chega a ser torturada pelo marido com a conivência do filho caçula, Filinto (Nico Puig). Ela tenta fugir das garras do marido e passa a procurar pelo filho José (Claudio Lins), que está desaparecido.

Filinto Guerra (Nico Puig) - É outro grande vilão da história. Sociopata investido de autoridade militar. É um torturador, sádico, abusivo, de péssima índole. Esconde mistérios e crimes do passado e também do presente. Nutre ódio e inveja pelo irmão José (Claudio Lins). É protegido pelo pai e criticado pela mãe. Ao descobrir o amor de José (Claudio Lins) por Maria Paixão (Graziela Schmitt) faz tudo para separar os dois. Torna-se uma grande ameaça para a integridade física de Maria. É casado com Olívia Guerra (Patricia de Sabrit), que tenta se separar dele.

Feliciana (Nicole Puzzi) - Governanta da família Guerra. Ela guarda um grande mistério. De personalidade duvidosa, Feliciana ajuda a cuidar das meninas que foram roubadas de seus pais por Filinto (Nico Puig), um dos filhos do General Guerra (Reinaldo Gonzaga). Sua relação com as meninas é bastante conturbada.

Alice Fiel (Thaynara Bergamin) - Seus pais foram presos pouco depois do golpe militar, quando ela tinha 8 anos. Com a prisão dos dois, Alice e sua irmãzinha Lara (Bruna Carvalho) foram levadas para a casa da família Guerra, onde são criadas como filhas por Olivia (Patricia de Sabrit). Alice sabe que Filinto (Nico Puig) e Olivia (Patricia de Sabrit) não são seus verdadeiros pais. Ela fica ressentida com Filinto (Nico Puig), a quem odeia.

Lara Fiel (Bruna Carvalho) - Ao contrário de Alice (Thaynara Bergamin), a pequena Lara (Bruna Carvalho) não tem mais lembranças de seus verdadeiros pais. Ela acredita que é filha de Filinto (Nico Puig) e Olivia (Patricia de Sabrit) e duvida da palavra da irmã. Ela desconfia de que é tudo imaginação da cabeça da irmã, mas, às vezes, fica em dúvida.

 

Núcleo do Teatro

Mário Luz (Gustavo Haddad) - Jornalista e autor de Teatro. Apaixonado por Maria (Graziela Schmitt) desde que ela era adolescente. Ele se torna alvo do CCC (Comando de Caça aos Comunistas). Durante os “anos de chumbo”, ele é censurado, perseguido, ameaçado e preso. Para sobreviver, vai trabalhar no mesmo Jornal em que trabalha Thiago (Mario Cardoso), pai de Maria (Graziela Schmitt). No Jornal, ele encontrará problemas por causa de suas posições políticas. Apesar de apaixonado por Maria (Graziela Schmitt), Mário (Gustavo Haddad) acaba vivendo uma relação conflituosa com Stela (Joana Limaverde), que o ama.

Chico Duarte (Carlos Artur Thiré) – É um diretor de teatro genial e revolucionário. Suas peças contestam a ditadura e a opressão. É alvo dos militares. Chico é preso, mas acaba se refugiando no interior com parte de sua trupe, onde montam uma comunidade hippie, entregue ao chamado “desbunde”, maneira que encontram para fugir das tensões políticas e continuar a praticar a arte, longe da guerra. Tem um envolvimento antigo com Miriam (Thaís Pacholek), mas a relação entre ambos fica abalada. Chico (Carlos Artur Thiré) é bissexual e se apaixona por João (Paulo Leal), mas não é correspondido. Na prisão, seduz Fritz (Ernando Tiago) para escapar da tortura.

Stela Lira (Joana Limaverde) - Jovem estrela, linda mulher, musa da companhia de Teatro. Revolucionária, libertária, independente, acredita no amor livre, o que cria grandes problemas para seus relacionamentos. Vive triângulo amoroso com dois grandes amigos, João (Paulo Leal), que também é ator da Companhia, e Mário (Gustavo Haddad), que é o autor das peças. Também sofre ações violentas e se refugia na comunidade hippie, em um sítio, no interior de São Paulo.

Nina Madeira (Patrícia Dejesus) - Atriz. Nina é quem mais se envolve com o Movimento Guerrilheiro. Critica outros artistas da Companhia que não querem partir para a luta armada e aderem ao chamado “desbunde”, opção pacifista. Como guerrilheira, ela passa a participar de assaltos, mas ao mesmo tempo mantém seu trabalho no Teatro. Com o tempo, ela cai na clandestinidade e sofre terríveis perseguições.

Miriam Santos (Thaís Pacholek) - Belíssima, alienada, vai trabalhar no Teatro por causa de seu envolvimento com Duarte (Carlos Artur Thiré). Cotada para ser estrela de novelas, se alia ao Movimento Guerrilheiro por influência dos colegas. Passa a fazer campanhas contra o movimento terrorista. Por causa de sua opção, entra em conflito com o grande amor de sua vida, que é Duarte (Carlos Artur Thiré).

Beto Grande (Cacá Rosset) - Dono de uma cantina. Ator, apoia o Teatro e faz parte de um grupo. Tem um envolvimento com Dra. Marcela (Luciana Vendramini), e começa a ser ameaçado pelo Esquadrão da Morte e pelo Comando de Caça aos Comunistas.

 

Núcleo do Dops

Delegado Aranha (Jayme Periard) - Bandido travestido de autoridade policial, participante do CCC (Comando de Caça aos Comunistas) e do Esquadrão da Morte. Sádico, violento, executa “terroristas” e criminosos. É corrupto, um dos piores exemplares da espécie humana, capaz de cometer as maiores atrocidades. Desquitado, ele tem mulher e filhos, mas que praticamente não aparecem na novela. Apaixona-se por Marta (Dani Moreno), estudante, e cometre agressões contra a moça. É perseguido por meio de denúncias do jornal de Marina Campobello (Giselle Tigre). É duramente atingido pelas investigações da advogada Dra. Marcela (Luciana Vendramini).

Fritz (Ernando Tiago) - De origem alemã, é conhecido como o “carrasco nazista”. É o braço direito de Aranha (Jayme Periard), com quem forma a mais temida dupla de torturadores do país. Adora criar situações teatrais para aumentar a humilhação de suas vítimas. Devasso e perverso, ele só consegue sentir desejo por mulheres quando é violento com elas. No fundo, é um homossexual enrustido, o que vem à tona quando ele se apaixona por Chico (Carlos Artur Thiré).

Jeová (Lui Mendes) – É um bom carcereiro. Ao contrário de Aranha (Jayme Periard) e Fritz (Ernando Tiago), demonstra humanidade com os presos políticos. Passa recados, mensagens, traz comida, remédio e alívio para os torturados. É uma alma boa no inferno do cárcere do DOPS.

 

Núcleo do Quartel

Tenente Telmo (Fabio Villa Verde) - A princípio, é um comunista infiltrado no Exército, depois deserta e vai para o Movimento Guerrilheiro. Preso pelos militares, ele se torna uma ameaça aos amigos de guerrilha. Telmo se torna agente da repressão infiltrado no Movimento Guerrilheiro.

Coronel Santos (Ivan de Almeida) - De índole naturalmente boa, discorda dos rumos tomados pela ditadura militar, mas tem dificuldade de se impor no meio extremamente hostil e violento da repressão contra a esquerda armada. Tem também dificuldade de conter a violência de Filinto (Nico Puig) em seu próprio regimento, já que Filinto é apoiado pelo pai, General Lobo Guerra (Reinaldo Gonzaga).

Doutor Ruy (Antônio Petrin) - Trabalha no Hospital Militar e acoberta torturas com falsas autópsias. Ocasionalmente, os militares pedem para que ele salve a vida de guerrilheiros que ainda têm informações a prestar.

 

Núcleo da Guerrilha

Batistelli (Licurgo Spínola) - Dissidente do Partidão, rompe com Luiz Carlos Prestes para partir para a luta armada e se torna uma lenda entre os revolucionários da época. Chefia assaltos a bancos e casas de milionários para conseguir dinheiro para financiar a guerrilha. Também participa de grandes sequestros. Torna-se uma das pessoas mais procuradas do Brasil. Grande líder da esquerda armada em sua época. Manda a mulher para Cuba, depois se interessa por Lúcia (Fátima Freire), mas acaba tendo caso com Jandira (Lúcia Veríssimo).

Jandira (Lúcia Veríssimo) – Jornalista. Uma bela mulher, participa de sequestros, assaltos, e acaba caindo na clandestinidade. Fica muito amiga de Thiago (Mario Cardoso) no Jornal, e acaba entrando para o mesmo grupo de guerrilha, a Vanguarda, do qual Maria (Graziela Schmitt), filha de Thiago (Mario Cardoso), também faz parte. Envolve-se com Batistelli (Licurgo Spínola) e se tornam os dois guerrilheiros mais temidos do país. Planejam assaltos milionários e comandam ações ousadas. Responsáveis pelo assassinato de um militar americano, sequestro de embaixadores e roubo do cofre de um político corrupto e milionário. Jandira vive grandes aventuras. É a grande líder feminina da guerrilha.

Bete (Natália Vidal) – Estudante secundarista, passa no vestibular da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da USP. Tem grande participação na Guerra Maria Antonia. Entra para a Vanguarda com suas amigas Heloisa (Natasha Haydt) e Marta (Dani Moreno), grande trinca de guerrilheiras. Não suporta as agruras da clandestinidade e se junta à comunidade hippie do Grupo de Teatro. Bete se torna vértice de um quadrilátero amoroso.

Marta (Dani Moreno) - Estudante, grande amiga de Bete (Natália Vidal), muito corajosa, destemida, arrojada, acaba por liderar assaltos, aprende a ser exímia atiradora. Usa peruca loira em assaltos a banco, o que a faz ficar conhecida como a “loira dos assaltos”. É cortejada por Luís (Élcio Monteze), mas nutre uma paixão platônica por Bete (Natália Vidal).

Heloisa (Natasha Haydt) - Estudante, também é amiga de Marta (Dani Moreno) e Bete (Natália Vidal). Também está envolvida nos sequestros e assaltos. Também terá grande participação na Guerra Maria Antonia. Heloisa é fã de Malcolm X e dos Panteras Negras.

Luís (Élcio Monteze) - Estudante, apaixona-se por Marta (Dani Moreno), que ama Bete (Natália Vidal), que o ama. Juntos viverão um triângulo amoroso de difícil resolução no meio das grandes dificuldades da luta armada contra a ditadura militar.

Bartolomeu (Fábio Rhoden) - Jovem de classe média, estudante, junta-se a Batistelli (Licurgo Spínola) e Jandira (Lúcia Veríssimo) no Movimento Revolucionário. Acredita na luta armada como forma de depor o regime militar. Apaixona-se por Jandira (Lúcia Veríssimo), mulher casada e com idade para ser sua mãe.

Davi (Tiago Abravanel) - Filho e neto de usineiros, revoltado contra a injustiça social, Davi também faz parte do Movimento Revolucionário que pretende derrubar a ditadura militar. Sofre perseguições e corre perigo de vida por conta de sua opção.

Edith (Aimée Ubaker) - Estudante de Filosofia. É simpatizante e apoia os colegas que se juntam à luta armada. Tem grandes ideais de liberdade para o país. Acredita na democracia. É contra a ditadura no Brasil e também corre risco de vida.

 

Núcleo do Jornal

Marina Campobelo (Giselle Tigre) - Dona do Jornal. Bela e rica. Mulher poderosa que tem a coragem de desafiar a ditadura. Seu jornal sofre as consequências por conta de sua oposição à tortura. É interrogada e até mesmo levemente torturada, uma clara demonstração de que nem mesmo os ricos estão livres da violência da ditadura militar.

Dra. Marcela (Luciana Vendramini) - Advogada, ajuda Marina (Giselle Tigre) e o pessoal do jornal nas lutas contra a ditadura. É a defensora de todos os presos e torturados. Consegue reunir provas contra os torturadores. É perseguida e tem que se esconder. Assim como outros personagens, corre perigo de vida.

 

Núcleo dos Padres

Padre Inácio (Pedro Lemos) - Sobrinho do General Lobo Guerra (Reinaldo Gonzaga), primo de José (Claudio Lins) e Filinto (Nico Puig). Ele passa a ajudar os guerrilheiros em sua paróquia, dando abrigo contra perseguições e os auxiliando em fugas. Ativo nas denúncias contra tortura no Brasil, inclusive a nível internacional. Acaba sendo preso, mas não chega a ser torturado por conta de suas influências. Apaixona-se por Nina (Patrícia Dejesus), quando ela se refugia em sua paróquia. Fica em dúvida se deve ou não deixar o sacerdócio por ter dificuldade de conviver com o celibato.

Padre Bento (Diogo Savala Picchi) – Ao lado de Inácio (Pedro Lemos), dá suporte e refúgio a guerrilheiros em fuga. Sofre atrocidades. Chega a tentar suicídio, pois não aguenta as crueldades que sofre.

 

Participações Especiais

Geraldo (Claudio Cavalcanti) - Líder camponês, incentivador das ligas camponesas e sindicatos de trabalhadores rurais. É preso e barbaramente espancado por policiais do DOPS. Consegue sair da prisão e retorna à atividade revolucionária. Prega a luta armada contra a ditadura.

Demóstenes (Mario Borges) - Coronel do Exército, fica ao lado da legalidade na época do golpe militar. No quartel, entra em confronto com o General Lobo Guerra (Reinaldo Gonzaga) e seu filho, o Major Filinto Guerra (Nico Puig), que fazem parte da conspiração.

Olivia Guerra (Patricia de Sabrit) - Esposa de Filinto Guerra (Nico Puig). Revolta-se ao saber que seu marido e seu sogro fazem parte de uma organização paramilitar de caça aos comunistas.

Carlo Fiel (Marcos Breda) - Comunista, revolucionário, considerado perigoso e subversivo por militares da linha-dura e policiais do DOPS. É perseguido, torturado e dado como desaparecido. Casado com Odete (Gabriela Alves), é o pai das meninas Lara (Bruna Carvalho) e Alice (Thaynara Bergamim), que são levadas para a casa do General Lobo Guerra (Reinaldo Gonzaga).

Odete Fiel (Gabriela Alves) - Esposa de Carlo (Marcos Breda), ela é também considerada uma perigosa subversiva. É sequestrada. É dada como desaparecida, assim como seu marido. É a mãe das meninas Lara (Bruna Carvalho) e Alice (Thaynara Bergamim), mantidas na casa do General Guerra, depois de seu sumiço.

Augusto (Rogério Marcico) – Pai de Carlo (Marcos Breda). Augusto mora nos Estados Unidos e vem ao Brasil procurar pelo filho e suas netas que estão desaparecidos.

 

CHAMADA NA TV

Posted in ,  on abril 01, 2011 by Thiago Cipriano |